A lareira crepitava, tinha-se juntado os restos das cavacas, a conversa era animada o tampo da mesa já pegava, já se bebera o bastante já se fumara o suficiente. O rapaz levantou-se e foi direito cambaleante á retrete, as anedoctas misturavam-se com as gargalhadas de uma noite bem passada entre amigos.
No grupo houve uma confidência, olha!! vai ver o teu amigo, já lá esta á muito tempo.Oh, não faz mal ele está porreiro. Continuava sem aparecer! O Homem levantou-se entrou dentro da retrete, não queria acreditar, o rapaz de joelhos com os braços apoiados nos rectangulos onde se põem os pés , o cabelo comprido dividido em dois escorriam para dentro do buraco, falando mal e depressa o buraco da merda. Óh amigo então?, o rapaz sem levantar as trombas do buraco, fez um sinal com o braço para afastar aquela presença incomoda. A voz fez-se ouvir outra vez. O amigo não tem vergonha de estar com as trombas dentro da cagadeira onde toda a gente mija e caga. Levantou a cabeça apoiou os braços nas paredes, os cabelos escorriam tudo. Já de pé foi direito á rua cambaleante.
quim da barquinha
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