segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

KHA TEMB 2

Nos meus póros
                           
                       dilatados

pelo uivo
                     do Animal
do andar

do rastejar

na Estepe

na Savana

no delírio

das Florestas

do Teu Coração

M Ã E   Á F R I C A

por Ti

verto lágrimas

dos que têem tudo

e dos que nada têem

Mundo injusto

onde escorraçamos

o Belo

os outros Homens

AQUI

e Em toda a parte

Silênciar as Armas

             com o peito

Minha Fénix

           Eternamente
                    Renascida

das cinzas

do vento

do mar

dos homens

MÃE Querida
              

              MÃE


          Á F R I C A.


                         quim da barquinha

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